sábado, 28 de abril de 2012

Cotas Raciais aprovada pelo STF para UnB


Uma vitória histórica do Movimento Negro
Nesta semana vários jornais do Brasil publicaram uma matéria sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação ao sistema de cotas nas universidades federais, que reserva 20% das vagas de cada vestibular para negros e pardos. As cotas vêm sido questionada pelo partido dos democratas (DEM), que alega que as cotas trás mais danos do que benefícios, mas a ação foi derrubada pelo STF no dia 26/04/2012 por unanimidade, dez votos a zero. Atualmente, segundo dados da ONG Educafro, 129 instituições públicas brasileiras têm algum tipo de ação afirmativa para a seleção de candidatos, sendo que 57 delas são federais. Outro Levantamento feito pelo G1 diz que 36 das 59 universidades federais têm políticas de cotas raciais e/ou sociais, 32 têm cotas para estudantes oriundos de escolas públicas, 25 têm algum tipo de cota racial, 21 têm cotas para negros e pardos, 19 têm cotas para índios, 7 têm cotas para deficientes e 1 tem cota para quilombolas (UFG).
O ministro Ricardo Lewandowski, relator do processo, ressaltou a importância de iniciativas voltadas para a redução da desigualdade no país. Ele defende que as cotas da UnB sirvam de modelo para o Brasil, vigorando por um tempo determinado enquanto a desigualdade perdurar. Luiz Fux ressaltou que o Brasil precisa reparar “danos pretéritos” que se originaram no Brasil quando os negros foram feitos de escravos.
O assunto ainda é muito questionado por grande parte da população que defendem as cotas sociais. Sabemos que tanto uma quanto outra irão contemplar os afro descendentes, já que pela estatística do IBGE a grande maioria dos brasileiros que estão em situação econômica desfavorecida são negros. Mas a cota racial é uma vitória histórica, já que os movimentos negros espalhados pelo Brasil têm as cotas como um dos objetivos da luta pela igualdade de oportunidades nesse país.
                                                                                (Luciano Braga)

sábado, 14 de abril de 2012

SOS RACISMO 0800-77-33-886


As vezes vigiar e punir é a solução!

SOS RACISMO
0800-77-33-886
DISQUE DENÚNCIA

Informações: sosracismo@al.sp.gov.br

O serviço SOS Racismo está instalado na sala S03 do Palácio 9 de Julho, sede da Assembleia Legislativa de São Paulo e tem um Disque Denúncia contra o preconceito, a discriminação e a intolerância racial e cultural.

O SOS Racismo realizará convênios com instituições públicas, organizações não governamentais e universidades com o objetivo de garantir atendimento jurídico e psicológico às vítimas da discriminação e do preconceito.

O SOS Racismo existe e trabalha para que possamos viver numa sociedade igualitária, onde ninguém seja discriminado por causa da cor, gênero, origem, credo, orientação sexual ou deficiência.

Alguns critérios que identificam prática de racismo e o que fazer

O racismo é praticado quando:
 

1.
o acesso ao emprego, ou à valorização profissional, é negado por causa da cor da pele e/ou origem;
2.
há impedimento ou recusa à entrada de pessoas em restaurantes, hotéis, bares, clubes, casas de diversões, salões de beleza, bem como às entradas sociais de edifícios, elevadores e transportes públicos, por causa da cor da pele e/ou origem;
3.
há prática, indução ou incentivo à discriminação e ao preconceito por causa da cor da pele e/ou origem;
4.
há recusa ou impedimento à freqüência de alunos em escolas, cursos ou universidades por causa da cor da pele e/ou origem;
5.
há tentativa de impedir ou dificultar o casamento ou a convivência familiar e social em virtude da cor da pele e/ou origem.

Como agir em caso de discriminação:

1. Anote o endereço e telefone das pessoas que testemunharam o fato;
2. Vá até a delegacia e registre um Boletim de Ocorrência.

Procure o SOS Racismo
SOS RACISMO
0800-77-33-886

Atendimento de segunda a sexta-feira
das 09:00 às 19:00 horas
Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo
Av. Pedro Álvares Cabral, 201 - subsolo - sala 03 - Ibirapuera
E-mail: sosracismo@al.sp.gov.br





Programação cultural Abril

Olha aí que programação legal, inclusive no dia 22/04 olha o que vai rolar:
Bosque de Leitura Parque Santo Dias
Dia 22 de abril às 14h
Para lá das palavras
Com Núcleo Pé de Zamba
O espetáculo literomusical conta a história de três menestréis, que viajam no tempo, 
a fim de convencer as pessoas a voltarem a se interessar pelos livros, pela leitura e 
pelos inúmeros conhecimentos que se aprende, como ditos populares e as parlendas. 
Livre.




CURSOS

Oficina Técnica para Desenvolvimento e Gestão de Projetos Culturais Audiovisuais 
Com Eva Laurenti 
Ao longo dos sete encontros, será explicado como se dá a estruturação de projetos culturais consistentes e competitivos para o segmento audiovisual e serão abordados temas como o ambiente regulatório de incentivo à cultura brasileiro, dados de mercado e conceitos de marketing necessários tanto para aprovação nas diversas leis de incentivo quanto para captação de recursos. +18. 
30 vagas. Inscrições a partir de 16 de abril, por telefone, e-mail ou pessoalmente na biblioteca.
Às quintas, das 19h30 às 21h30, a partir de 10 de maio. BP Roberto Santos.

SARAUS


Literatura Periférica: Veia e Ventania nas bibliotecas de São Paulo

A Coordenadoria do Sistema de Bibliotecas convida alguns dos saraus mais reconhecidos da cidade para atividades nas Bibliotecas Públicas. Venha assistir e participar.

Sarau da Brasa 
14 de abril (sáb) –14h – BP Afonso Schmidt
Sarau da Poesia Maloqueirista 
Com workshop de Roberta estrela D'Alva 
14 de abril (sáb) – 14h – BP Camila Cerqueira César
Sarau Arte Maloqueira 
14 de abril (sáb) –17h – BP Cora Coralina
Sarau dos Mesquiteiros 
14 de abril (sáb) – 14h – BP Rubens Borba Alves de Moraes

Sarau do Ricardo ao Assumpção 
Levando o nome de dois poetas brasileiros, Cassiano Ricardo e Itamar Assumpção, o sarau tem como objetivo abrir o espaço da Biblioteca para torná-la mais agradável ao leitor. Os participantes serão convidados a escolher poemas, crônicas e outros textos para recitar ou ler. Haverá também apresentações musicais e performances. As obras deste mês serão de Manuel Bandeira e Heitor Villa-Lobos. 
19 de abril (qui) – 14h – BP Cassiano Ricardo

FEIRA DE TROCA DE LIVROS E GIBIS

Traga seu livro ou gibi e troque por outros que você não tenha! 
São aceitos para troca livros em boas condições de literatura infantil, juvenil, adulto, gibis, quadrinhos e mangas. Só não são aceitos livros técnicos ou didáticos. 
15 de abril (dom) – das 10h às 15h – Parque Ecológico Professora Lydia Natalízio Diogo 
Rua João Pedro Lecor, s/nº. Vila Prudente.

ARTES NA RUA


O espetáculo “Palhaços” é um dos destaques de Artes na Rua dessa semana. Conheça nossas programações clicando na imagem.

MÚSICA

Encontro de Repentistas 
A Biblioteca Belmonte recebe a 4ª edição do evento que tem por objetivo abrir espaço para os autênticos representantes da Viola nordestina, da Cantoria, do Repente e do Cordel, preservando e divulgando a cultura popular. 
14 de abril (sáb) - 17h - BP Belmonte 
15 de abril (dom) - 17h - BP Belmonte

INFANTIL

Patinho Feio – O vôo de Andersen 
Teatro por um Triz 
Durante a encenação, atores, bonecos de manipulação direta (baseada no Bunrako) e silhuetas se relacionam pra contar a história do escritor Hans Christian Andersen, que deu vida a muitos personagens dos contos de fada. +5. 
14 de abril (sáb) – 14h – BP Mário Schenberg 
15 de abril (dom) –11h – BP Álvares de Azevedo 
15 de abril (dom) – 16h – BP Viriato Corrêa


Show Científico Ciência Super Divertida. Mad Science.
Show Científico – Ciência Super Divertida 
Com Mad Science 
Com muito humor e efeitos visuais incríveis, cientistas malucos divertem e despertam a curiosidade da platéia com experiências empolgantes e únicas! +5. 
15 de abril (dom) –11h – BP Padre José de Anchieta 
18 de abril (qua) – 14h30 –Biblioteca Infantojuvenil Monteiro Lobato

CONTAÇÃO

Haverá diversas atividades de Contação nas Bibliotecas Públicas de São Paulo. Confira aqui.


O show de Truman. Mostra As mentiras que os filmes contam.

CINEMA

Biblioteca pública Roberto Santos 
Mostra Cinema Latino-americano 
Mazzaropi: 100 anos 
Sessão nostalgia 
Sessão infantil
Biblioteca pública Viriato Corrêa 
Mostra As mentiras que os filmes contam
Biblioteca Infantojuvenil Monteiro Lobato 
Sessão infantil – o Brasil animado
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sábado, 17 de março de 2012

quarta-feira, 7 de março de 2012

Mulher: a essência da vida

Desculpe os homens, mas...
Se curvar para as mulheres não é uma questão apenas de desculpas pelos anos de mal tratos sofridos pela sociedade machista denominada "homens"
Se curvar para as mulheres não é uma questão de submissão e sim superação, superar a vergonha por termos causado tantos danos e desgosto para as pessoas responsáveis por tantas coisas importantes, como por exemplo a continuidade da espécie humana
Se curvar para as mulheres não é apenas uma questão de ajoelhar-se, é sim pedir perdão pelas tragédias causadas na memória e na vida das mulheres que foram excluidas por séculos e séculos do trabalho, da política, da educação, do convívio social do "humano"
Se curvar para as mulheres não é apenas uma questão de respeito e sim se permitir olhar além das fronteiras dos olhos, do corpo, do objeto, é olhar a alma e perceber o quanto a ternura  que envolve a áura da mulher é importante para a verdadeira evolução da espécie
Se curvar para as mulheres é sim aceitar e entender que...
A mulher é
o brilho, a emoção, a sensibilidade,
a terra, o fogo a água e o ar
ela é Nanã, Iansã, Yemanja
Oxum, Maria Madalena e todas outras Marias
É Luiza, Cora Coralina, é Madre Teresa de Calcutá
É Joana Dark, Amazonas e Helenas
É mãe, Avó, Irmã mais velha e conselheira
É a Lua, é a poesia, é a música, é a forma mais pura da arte
É a essência do universo
O amor...
                                                                (Luciano Braga)

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Colóquio Internacional – Culturas Jovens: Afro-Brasil América.

De 10 a 14 de abril de 2012 haverá na USP o Colóquio Internacional – Culturas Jovens: Afro-Brasil América.



A taxa para participação é de:
Alunos de Graduação
até 23/02/2012 – R$ 75,00
até 06/04/2012 – R$ 120,00
Alunos de pós-graduação e
professores da rede
até 23/02/2012 – R$ 150,00
até 06/04/2012 – R$ 200,00
Professores universitários, funcionários públicos e ONGS
até 23/02/2012 – R$ 170,00
até 06/04/2012 – R$ 300,00
Profissionais liberais e outros
até 23/02/2012 – R$ 200,00
até 06/04/2012 – R$ 330,00

Datas-limite para inscrições de trabalho
Resumos: 09/03/2012
Trabalhos completos: 06/04/2012





Este colóquio pretende que instaurar um espaço de debate sobre o tema apoiado no conceito de telescopia histórica. O hip hop, com seu apelo universal, cada vez mais marcado pelo policulturalismo e pelo hibridismo, exerce um papel essencial na formação dos jovens, auxiliando-os a compreender o mundo em que vivem. Além de ter gerado muitas ocupações, criou uma forma de comunicação entre culturas distintas. É, ainda, caudatário  de uma longa e extensa luta política dos afro-americanos pelos direitos civis e de afirmação étnica do movimento Black Power, que inaugura, entretanto, uma nova forma de militância com ênfase na dimensão cultural, culminando em uma movimento multinacional e agregador no mundo inteiro.A menção aos quilombos no rap brasileiro põe em ação o que Béthune (2003) chamou de telescopia histórica: atualizar no presente um clamor do passado, ou seja, o desejo de liberdade e de reconhecimento, que hoje se traduz pelo caráter crítico-destrutivo de suas letras e de afirmação étnico-social, denunciando a desigualdade e exigindo tudo aquilo que vem sendo negado ao povo brasileiro, particularmente aos afro-descendentes. Um fenômeno da cultura, que em sua intersecção local com a ordem mundial, permite ressignificar identidade, cultura e territorialidade dos renegados desse mundo globalizado. Esgotada a via política de transformação, o reggae e depois o rap promoveram uma nova revolução –- a cultural – sempre fazendo apelo às raízes.


Eixos do Colóquio

Os principais eixos que nortearão o debate serão
1º dia: O hip-hop: Cultura jovem, história e resistência
2º dia: Formação, identidade cultural e musicalidade
3º dia: Telescopia histórica: cultura afro-popular e movimento negro


Responsáveis (da FEUSP) pelo Evento

Comissão organizadora:

Profa. Associada Mônica do Amaral [Presidente da Comissão]
Profa. Associada Carmem Sylvia Vidigal Moraes (FEUSP)
Profa. Dra. Flávia Inês Schilling (FEUSP)
Vinicius Puttini (Pesquisador da FEUSP)
Raquel Martins (Pesquisadora Bolsista da FAPESP)
Luciana Dadico (Doutora pelo IPUSP)
Djalma de Leite (Pesquisador Bolsista da FAPESP)
Cláudia Dias Prioste (Doutoranda pela FEUSP)
Tatiana Karinya Rodrigues (Mestre pela FEUSP)
Ana Cláudia Florindo (Bolsista do Colóquio - Pró-Reitoria de Extensão)
Amanda Maramaldo Vieira (Bolsista do Colóquio - Pró-Reitoria de Extensão)
Pablo Pamplona (Pesquisador Bolsista da FAPESP)

Comissão Científica:

Profa. Associada Mônica do Amaral (FEUSP)
Profa. Associada Carmem Sylvia Vidigal Moraes (FEUSP)
Profa. Dra. Iray Carone (IPUSP)
Profa. Titular Maria Cecília Cortez Souza (FEUSP)
Profa. Dra. Flávia Inês Schilling  FEUSP

Apoio:

Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo 
Programa de Pós-Graduação em Educação da FEUSP





Programação


10 de abril de 2012 – terça-feira – O HIP-HOP: CULTURA JOVEM, HISTÓRIA E RESISTÊNCIA
Local: SESC Pinheiros

10h - 12h
Cadastro
10h30

Palavras iniciais

Maria Arminda do Nascimento Arruda
(Pró-Reitora de Cultura e Extensão)
Lisete Arelaro 
(Profa. Titular da FEUSP) - Diretora da FEUSP

Apresentação do Colóquio

Mônica do Amaral (Profa. Associada da FEUSP)
11h - 13h

MESA 1 - CULTURAS JOVENS: POTÊNCIA CRÍTICA URBANA

Christian Béthune
(Doutor em Filosofia pela Université PARIS 1. Pesquisador Associado do CIEREC - Centre Interdisciplinaire d'Etudes et de Recherches sur l'Expression Contemporaine, ligado à Université St. Etienne et de Lyon)
O hip-hop como cultura jovem (menor): o que o rap faz em relação à cultura dominante
Le hip-hop comme culture mineure: ce qui le rap fait à la culture dominante
Marilia Pontes Spósito
(Profa. Titular e Vice-Diretora da FEUSP)
A pesquisa em torno das culturas juvenis no Brasil
nas áreas de Ciências Sociais e Educação: reflexões
Rodrigo Duarte
(Prof. Titular do Depto de Filosofia da FAFICH- UFMG)
O potencial crítico das culturas juvenis urbanas
Maria Cecilia Cortez - mediação
(Profa. Titular da FEUSP)
13h30 - 14h

Capoeira

14h - 17h

MESA 2 – IDENTIDADE, CULTURA E RESISTÊNCIA

King Nino Brown
Casa do Hip-Hop de Diadema e Zulu Nation Brasil
História do Movimento Hip-Hop: A Fundação da Zulu Nation
DJ Hum
Toni Nogueira
(Diretor de cinema)
Paixão, clareza e ferramentas disponíveis... câmera na mão, estórias no cartão
Tiely Queen
(rapper)
Hip-Hop e Gênero
Alessandro Buzo
Djalma Leite de Campos - mediação
17h - 18h30

Atividade cultural: Silêncio Crewativo - Casa do Zezinho

Cristiane Dias (Educadora da Casa do Zezinho e Pesquisadora do Projeto Hip-Hop)
19h30 - 22h30

MESA 3 - A SINGULARIDADE E A UNIVERSALIDADE DO HIP-HOP

Halifu Osumare 
(Profa. Associada da University of Califórnia, Davis, Diretora do Programa de Estudos Africanos e Afro-americanos)
O Hip-Hop Global e a Diáspora Africana
Global HIP-HOP and the African Diaspora
William E. Smith 
(Prof. Associado em Música e Jazz da North Carolina Central University)
Conexões do Hip-Hop com a Diáspora
Hip-Hop’s Connections to the Diaspora
Marcos Ferreira dos Santos
(Prof. Titular da Faculdade de Educação da USP)
O Ancestral: entre o singular e o universal
Cristina Wissenbach - mediação
(Profa. do Depto. de História FFLCH/USP nas disciplinas História da África Pré-Colonial e História da África e dos Afrodescendentes)


11 de abril de 2012 – quarta-feira – FORMAÇÃO, IDENTIDADE CULTURAL E MUSICALIDADE
Local: SESC Pinheiros

10h - 13h

MESA 4 – BAILES E MÚSICA BLACK: AS ORIGENS DO HIP-HOP BRASILEIRO

Micael Herschmann
(Prof. da UFRJ)
Música e cidadania dos jovens das periferias e favelas brasileiras – o estudo de caso do hip-hop
Nelson Triunfo
(Casa do Hip Hop)
A importância da cultura nos trabalhos sociais e na educação
Djalma Leite de Campos 
(Pesquisador da FEUSP)
Bailes black em São Paulo: da soul music às origens do rap brasileiro
Edson Nakashima - mediação
(Mestre pela FEUSP)
13h - 14h

Graffiti

14h - 17h

MESA 5 - FORMAÇÃO, IDENTIDADE CULTURAL E MUSICALIDADE

Maria Isabel de Almeida 
(PUC-RJ)
Jovens profissionais e suas autonomias táticas: novas concepções da criatividade na contemporaneidade
Flávia Schilling 
(FEUSP)
Juventude e Política: ontem e hoje
Claudia Prioste 
(Doutoranda da FEUSP)
Cibercultura juvenil na escola pública e as barreiras para a inclusão digital
Tatiana K. Rodrigues - mediação
(Mestre pela FEUSP)
17h - 18h30

Batalha de Rappers Brasileiros e Americanos

Tiely Queen - brasileira
Chen Lo (Chenits Pettigrew) - americano
19h30 - 22h30

MESA 6 - BATUQUES E BATIDAS NA EDUCAÇÃO

William E. Smith
(Prof. Associado em Música e Jazz da North Carolina Central University)
Integrando o Hip-Hop no currículo educacional
Integrating Hip-Hop in the Educational Curriculum
Martha Diaz
(Profa. Adjunta da NYU e Diretora Fundadora do Centro Educacional H2ED)
Por que precisamos de um centro educacional de hip-hop?
Why do we need a hip-hop education center?
Dagmar Garroux 
(Presidente e Fundadora da Casa do Zezinho)
A Pedagogia do Arco-Íris
Mônica do Amaral - mediação
(Profa. Associada da FEUSP)
Vinícius Puttini - mediação
(Pesquisador da FEUSP)


12 de abril de 2012 – quinta-feira – TELESCOPIA HISTÓRICA: CULTURA AFRO-POPULAR E MOVIMENTO NEGRO

10h - 12h30

MESA 7 - CULTURA AFRO-POPULAR E AS FORMAS DE RESISTÊNCIA POLÍTICA

Halifu Osumare 
(Profa. Associada da University of Califórnia, Davis, Diretora do Programa de Estudos Africanos e Afro-americanos)
A vida do hip hop na música e cultura: nativização do hip-hop em Ghana
The
hiplife music and culture: indigenizing of hip-hop in Ghana
Iray Carone 
(Profa. do Programa de Pós-Graduação - IPUSP)
Sobre a dimensão política do movimento negro nos anos 90
Lourdes Carril 
(Doutora em Geografia pela USP, Profa. do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo e de Formação de Professores)
Rap no quilombo: a periferia dá seu tom
Luciana Dadico - mediação
13h - 14h

Jongo

14h - 17h

MESA 8 - ORALIDADE, TRADIÇÃO E TRANSMISSÃO

Christian Béthune 
(Université PARIS 1. Pesquisador Associado do CIEREC - Centre Interdisciplinaire d'Etudes et de Recherches sur l'Expression Contemporaine, ligado à Université St. Etienne et de Lyon)
A escrita sob a palavra: o jogo das tensões entre a oralidade e a escrita como processo poético
L’écriture sous la parole: le jeux des tensions entre oralité et écriture comme processus poétique
Maria Cecília Cortez 
(Profa. Titular da FEUSP)
Relampejos de história para momentos de perigo
Mônica do Amaral 
(Profa. Associada da FEUSP)
O hip-hop e a educação: como a música e a história da diáspora se entrelaçam no coração dos jovens da periferia de São Paulo
Maurício Silva
(Uninove)
O estudo da história e cultura afro-brasileira e africana na universidade: algumas diretrizes curriculares
Claudia Prioste - mediação
(Doutoranda da FEUSP)
17h - 18h

Sarau / Lançamento de livros

Sérgio Vaz (Cooperifa)
19h30 - 22h30

MESA 9 - ANCESTRALIDADE, MEMÓRIA E EMPREENDEDORISMO NO MOVIMENTO HIP-HOP

Martha Diaz
(Profa. adjunta da NYU e diretora fundadora do centro educacional H2ED)
Renegados: empreendedores sociais do hip-hop abrindo caminho para a mudança social
Renegades: hip-hop social entrepeneurs leading the way for social change
Neide Rodrigues Gomes 
(Comissão Paulista de Folclore)
Fragmentos de Brasil
Carolina dos Santos Bezerra 
(Profa. do Depto. de Ciências Humanas do Colégio de Aplicação João XXIII da Universidade Federal de Juiz de Fora)
Juventude, negritude, memória e ancestralidade nas rodas de jongo
Carmem Sylvia V. Moraes - mediação
(Profa. Associada da FEUSP)
Tereza Cristina Lara de Moraes - mediação
(Doutora pela FEUSP)

 

13 de abril de 2012 – sexta-feira – Local: FEUSP

9h - 11h30

Apresentação de trabalhos – mesas simultâneas

Local: Auditório da Escola de Aplicação da FEUSP
          Salas Bloco B