quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

2011: temos que compartilhar.

A alma do ser humano está em ser Humano.
Não basta apenas ser, temos que compartilhar esse dom, afinal é o que nos diferencia dos animais, apesar que esses seres sagradaos é que estão nos ensinando nos dias de hoje. Agora compartilhar é se doar, trocar, alimentar a alma com o bem, agir, dividir. nesse ano que está para vir temos que pensar um pouco mais nisso, ato de humanidade, honrar ser humano, compartilhar em todos os sentidos, ver no outro realmente o outro que é humano e precisa ser tratado como tal.
Alimente, cuide, trate bem o animal, mas não se esqueça de fazer o mesmo com o seu próximo, assim teremos um mundo melhor, independente de presidente, governador e outros que dizem que fazem por náo. Só nós podemos tratar o outro com o devido respeito, pense nisso e tenha um 2011 cheio de alegrias e muita saúde.
Compartilhe sonhos...
Eles valem a pena.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Eu acredito

Acreditem, ele existe.

Talvez não concordem comigo
Mas eu acredito!
Por que dizer que é mentira?
Só porque o adulto se esquece da fantasia

Talvez não concordem comigo
Mas eu preciso acreditar!
Quando eu era pequeno
Fadas, gnomos, duendes e fantasmas
Viviam constantemente muito próximos
E no final do ano ele rondava os céus em uma linda carruagem
O papai Noel
Era tão real que eu conseguia imaginar o caminho entre uma estrela a outra
E agora vocês querem dizer que ele não presta que não existe!

Talvez não concordem comigo
Mas tenho que acreditar
Olhe nos olhos de uma criança que ganha um presente
Perceba o sorriso de uma criança ao observar velho barbudo dar balinhas para quem passa
Sinta o abraço de uma criança quando recebe o carinho de quem ama
E ainda querem que eu odeie papai Noel?

Talvez não concordem comigo
Mas acredite!
Faça a diferença, não apenas nessa data, mas principalmente nessa data
Faça uma criança feliz, faça uma família feliz
Compartilhe, doe
Não precisa ser dinheiro, presente ou qualquer coisa material
Doe palavras, amizade, abraço, sonhos...
Sabe por que queremos que as crianças parem de viver a fantasia?
Porque nós adultos deixamos de sonhar
Assim queremos castrar, abortar, impedir qualquer sonho de quem quer acreditar em sonhos

Talvez não concordem comigo
Mas eu preciso sonhar
Eu vi um sorriso, olhei dentro dos olhos e recebi um grande abraço hoje
Tente fazer isso
Vale à pena.

Feliz natal,
Talvez não concordem comigo
Mas mesmo assim um feliz natal
Papai Noel existe!



terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Sensibilidade poética sobre igualdade entre os povos

Relato sobre o seminário

Como é bom conversar, debater, trocar novas experiências sobre nossas raízes.
O seminário contribuiu demais para o enriquecimento dessas idéias. Saber sobre a cultura e a religião indígena foi muito gratificante. Awa, do grupo étnico Tupi Guarani falou do respeito do grupo com as demais religiões, o que não acontece com algumas religiões a respeito dos ritos e costumes religiosos indígenas. Falou sobre a importância de manter viva as tradições dos antepassados, da oralidade e dos costumes, como a caça e a pesca, ressaltando que só se mata para comer, não para satisfazer o desejo doentio de destruir, a força das ervas medicinais, do “curandeirismo”, terminando sua contribuição falando para todos que Deus é único e cada um dá o nome como quer para essa maravilhosa energia que move a terra.
Paula Bittencourt mostrou brilhantemente a relação de algumas religiões vindas do continente africano com o catolicismo imposto no Brasil no período de colonização, ressaltou as artimanhas que os escravizados utilizavam para adorar seus orixás sem que fossem descobertos e até mortos por não praticar o catolicismo.
Assim como Awa, falou dos preconceitos religiosos que as religiões não católicas ou não evangélicas sofreram e ainda sofrem aqui no Brasil, e nos mostrou a importância do respeito pela natureza, pelo próximo, pela vida que as religiões de matrizes afro nos deixam.
Foi uma tarde adorável mostrando como alguns educadores se preocupam com a igualdade e o respeito entre os povos, a igualdade, não no sentido de ser igual, mas em relação aos valores de cada povo.

sábado, 27 de novembro de 2010

Seminário sobre o índio e o negro na educação

OBJETIVO

 Valorizar a participação da diversidade africana e indígena em todo processo histórico cultural brasileiro e aperfeiçoar saberes e práticas docentes necessárias para a implementação, com qualidade, das leis 10.639/08 e 11.645/08.

LOCAL

CDHEP – Centro de Direitos Humanos e Educação Popular de Campo Limpo Rua: Dr. Luiz da Fonseca Galvão, 180, Capão Redondo – São Paulo

Referência: próximo ao metrô Capão Redondo, rua da Igreja Nossa Sra. Do Carmo.

Contribua com a campanha de arrecadação de alimentos não perecíveis (um quilo).

DATA
Dia 02/12/2010
 Quinta- feira
Das 10h00 as 22h00

PROGRAMAÇÃO

09h30 – Credenciamento

10h00 – Abertura
               Nutrição Cultural

10h45 – Apresentação das Leis 10.639/03 e 11.645/08 
Rosana de Sousa -Educadora da rede municipal.
Coordenou projetos em Educação Étnico Racial em SME/DOT. Co autora do referencial de Expectativas de Aprendizagem Étnico Racial para Ensino Fundamental, Ensino Médio e EJA. E também atua como  psicanalista.

11h15  – 1ª MESA: Cultura Popular e
Musicalidade

-Profº Ms. Gilberto Geribola Moreno
Doutorando do programa de pós graduação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo..  Mediador do debate

-Euler Alves
Arte educador social, atua como fomentador cultural na
região do M´Boi Mirim na zona sul de SP. Coordenador
do Instituto Umoja de Culturas e dramaturgia afro
brasileiras.

- Pedro Luiz Macena ( KARI RYPUA)
Integrante da liderança da Comunidade Guarani do Pico do Jaraguá.  Divulga cultura indígena Guarani e educação tradicional.

13h00 – Intervalo para almoço

13h45 – Nutrição Cultural

14h00 – Filme: “Heróis de todo mundo”.
 A cor da cultura

15h00 – 2ª MESA: Educação: outros olhares

-Allan da Rosa
Escritor, poeta e educador. Organiza cursos de cultura e
arte negra nas periferias de São Paulo.
Mediador do debate

-Célia Gama
Professora do CIEJA CL, com o tema: “A quebra do silêncio sobre a questão étnico racial”.



-Mª do Socorro Santana de Jesus
Professora do CIEJA-CL, com o tema: “Desenraizamento cultural dos alunos da EJA”.

-Ana Karina Manson
Professora do CIEJA-CL com o tema: "EJA e mulher negra: vencendo pedras no caminho à emancipação".

-Luciano Vargas Braga
Professor do CIEJA-CL, com o tema: “A influência do livro didático no processo de evasão escola.”

- Rita de Cássia Vieira de Oliveira
Professora do CIEJA-CL, com o tema: “Contribuições da
diversidade   cultural     africana     em     práticas     de
alfabetização”

17h15 – Intervalo

17h35 – Nutrição Cultural

18h00 – 3ª MESA: Religiosidade: Resistências e Conquistas

Luciano Vargas Braga - Mediador da mesa

-Paula Bittencourt
Pedagoga, voluntária em Ongs na região do Capão Redondo entre elas Casa do Zezinho.

-Awa Kuaray Werá
Etnia indígena Tupi-Guarani, idealizador e presidente da 
Associação Arte Nativa Indígena. 

20h00 – Nutrição Cultural

20h15 – Mostra Cultural – COOPERIFA
              Show de Brau Mendonça

21h00 – Mostra Cultural – COOPERIFA
               Show de Wesley Nóog

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

fotos do relançamento no museu afro Brasil dia 23-11-2010





Resenha do livro

O livro História da África e afro-brasileira – Em busca de nossas origens, de Elisabete Melo e Luciano Braga. Terceiro volume da Coleção Consciência em Debate, organizada por Vera Lúcia Benedito, Foi lançado no dia 13 de maio de 2010. A obra conta a história afro-brasileira partindo da vida de um personagem como tantos outros das escolas do Brasil. O objetivo é valorizar a participação do negro em todo o processo histórico e cultural brasileiro.
A história da África é contada sob a ótica do personagem Lube, um jovem humilde que volta à escola muito tempo depois de ter abandonado os estudos. Na sala de aula, conhece suas origens africanas e a história de seus antepassados – dos primórdios do surgimento da humanidade até a luta por igualdade no século XXI.
Acompanhando Lube nessa viagem ao longo dos séculos, o leitor entra em contato com o destino dos milhões de negros que foram trazidos à força para o Brasil. Nesse percurso, surgem políticos, artistas e líderes praticamente desconhecidos, configurando o resgate da tradição e da memória afro-brasileira. “O livro mostra um pouco do que está sendo feito na educação para valorizar a participação do negro em todo o processo histórico e cultural brasileiro”, revelam os autores.
A escola, onde parte da história se desenrola, é um dos Centros de Integração de Jovens e Adultos (Ciejas) que existem na capital paulista. Baseados na inclusão, os centros atendem cerca de 1.800 alunos a partir dos 15 anos de idade, em horários diferenciados, a fim de acolher aqueles que pretendem voltar aos bancos escolares. Os cursos vão da alfabetização até o 9º ano, dividem-se em módulos e ainda oferecem a dupla docência em sala de aula.
Para saber mais sobre o livro, acesse http://www.gruposummus.com.br/detalhes_livro.php?produto_id=1213.
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